be2 tech Conversar

Sua operação não cabe na caixa de ninguém.

Software de prateleira obriga a empresa a mudar o processo para caber na ferramenta. Nós construímos o contrário: sistemas e agentes de IA desenhados a partir do jeito que a sua operação já funciona — mudando só o que realmente precisa mudar.

Seis sistemas construídos e mantidos por nós. Quatro em produção agora.

Comece por aqui

Qual desses é o seu caso?

Quatro situações que explicam quase todo projeto que chega até nós. Escolha a mais próxima e veja o caminho que costumamos propor — com prazo, formato e o que sai na primeira entrega.

O processo existe na cabeça das pessoas, não em sistema

A empresa funciona e cresce, mas o conhecimento está espalhado entre planilhas, grupos de mensagem e quem está há mais tempo na casa. Ninguém consegue responder com segurança o que aconteceu num caso de três meses atrás, e treinar alguém novo leva meses.

O que fazemos

  • Acompanhamos o processo real por dentro, inclusive as planilhas paralelas que ninguém admite que existem
  • Modelamos o domínio do jeito que a operação pensa, não do jeito que o banco prefere
  • Colocamos no ar a fatia mais dolorosa primeiro, funcionando de ponta a ponta
  • Só depois, com a base confiável, entra a camada de agentes
Primeira entrega
4 a 6 semanasUma parte do processo real rodando com gente de verdade usando.
Formato
Produto do zeroAssumimos a responsabilidade técnica inteira.
Erro comum a evitar
Automatizar o caosColocar agente sobre um processo que ninguém entende só acelera a confusão.

Arquitetura de IA

Um agente é um sistema, não um prompt bem escrito

Toda empresa recebe as mesmas seis camadas. O que muda — e é o que torna o sistema seu — é o conteúdo de cada uma: as suas regras, as suas ferramentas, os seus limites, os seus casos de teste.

01

Modelo

Modelo grande onde o julgamento importa; modelo pequeno e barato onde é rotina. A camada fica isolada, então trocar não exige reescrever o sistema.

O que é seuO equilíbrio entre custo e qualidade que faz sentido para o seu volume.
02

Contexto

O que o agente sabe antes de começar: busca na sua base com citação de fonte, memória do que já aconteceu e as regras da casa escritas em texto.

O que é seuSua política, seu histórico, sua base documental — a parte que nenhum concorrente tem.
03

Planejamento

Quebrar o pedido em passos, escolher o caminho mais barato que resolve e saber a hora de parar. Sem isso, o agente entra em loop e gasta dinheiro.

O que é seuOs fluxos da sua operação e os limites de custo e tempo que você aceita.
04

Ferramentas

O que ele pode fazer de fato: consultar seu banco, abrir chamado, emitir documento, disparar mensagem. Cada ação com permissão declarada.

O que é seuSeus sistemas, suas integrações e a lista do que o agente nunca pode fazer sozinho.
05

Verificação

Quem decide não é quem confere. Um crítico independente checa contra a fonte e devolve quando falta dado, em vez de completar com plausibilidade.

O que é seuO nível de risco aceitável e o que obrigatoriamente passa por uma pessoa.
06

Observabilidade

Rastro de cada decisão, custo por execução e um conjunto de casos que roda a cada mudança mostrando se piorou.

O que é seuOs casos reais que definem, para a sua empresa, o que é resposta certa.

Como trabalhamos

Ciclos curtos, com alguém usando desde cedo

Nada de seis meses de construção até a primeira demonstração. Cada ciclo entrega algo que funciona de ponta a ponta e pode ser usado por gente de verdade.

01

Imersão na operação

1 a 2 semanas

Sentamos com quem usa o sistema todo dia, não só com quem assina o contrato. O processo que importa é o que acontece de fato, incluindo os atalhos que as pessoas inventaram para dar conta.

02

Desenho e recorte

1 a 3 semanas

Arquitetura, contrato de dados e a definição do que vai primeiro. Aqui também dizemos o que não vale construir — geralmente é a parte que mais apareceu na reunião inicial e menos muda o resultado.

03

Construção em fatias

ciclos de 2 semanas

Cada ciclo fecha com algo utilizável em produção, não com um módulo que só faz sentido quando o próximo ficar pronto. Você acompanha funcionando, não em apresentação.

04

Produção e plantão

contínuo

Entrar no ar é o começo da parte difícil. Ficamos com deploy, banco, backup e telemetria — e com o telefone que toca quando algo quebra fora do horário comercial.

O que você recebe

Além do sistema funcionando

O que costuma faltar quando um fornecedor vai embora. Aqui é parte da entrega, não cortesia.

Código e infraestrutura

Repositório, banco e ambiente sob sua conta e sua propriedade. Nada fica preso a nós.

Decisões registradas

Por que a arquitetura é essa, o que foi descartado e quanto custa mudar de ideia depois.

Evidência de teste

O que foi testado, o que passou e o que ficou fora do escopo — declarado, não escondido.

Casos de avaliação da IA

O conjunto que mede se o agente piorou depois de uma mudança. Seu, para continuar usando.

Runbook de operação

Como subir, como restaurar backup e o que fazer quando cada parte falha.

Passagem de bastão

Se um dia você montar time interno, ele recebe o projeto documentado — não uma caixa-preta.

Prova

Seis sistemas que construímos e mantemos

Não são cases anônimos de apresentação. São produtos nossos, com nome, estado e alguém de plantão.

be2-os

em produção

Operação completa de agências: mensageria, qualificação, cotação, propostas, pós-venda e financeiro. Multi-tenant, quatro instâncias com bases isoladas.

be2 ontrip

em produção

A viagem inteira no celular do cliente — roteiro, vouchers e documentos, offline. Uma versão do app por tenant.

be2 voice

em validação

O operador fala português, o fornecedor no exterior ouve o próprio idioma, e a ligação volta transcrita e resumida sobre a reserva.

ETN 2BRAIN

em uso

Memória de trabalho para times que constroem com agentes: contexto, decisões e aprendizados que a IA lê antes de agir.

Plantões

em desenvolvimento

Escalas médicas de ponta a ponta, em painel web e aplicativo nativo sobre o mesmo banco.

DOOP

em validação

Leitura de pulseira WHOOP direto no aparelho, por Bluetooth, com banco local. Sem nuvem e sem conta.

Perguntas

O que costumam perguntar na primeira conversa

Vocês usam IA para escrever o código do meu sistema?

Usamos, e não escondemos. Agentes escrevem parte do código sob regra escrita em cada repositório, e toda entrega deixa evidência do que foi testado. A decisão de arquitetura, o corte de escopo e o que vai para produção continuam sendo de gente. Isso aumenta a velocidade sem transferir o risco para você.

O código fica comigo?

Fica. Repositório, banco e infraestrutura sob a sua conta desde o começo. Se um dia você quiser levar para outro time, leva com a documentação junto.

Quanto custa?

Depende do recorte, e o recorte sai da imersão. O que dá para dizer antes: trabalhamos em ciclos de duas semanas com escopo fechado por ciclo, então você não assina um contrato de doze meses baseado numa estimativa feita antes de alguém entender o problema.

Meus dados vão para um modelo de IA treinar?

Não. Os dados que entram no contexto de um agente são usados para responder àquela chamada, com política de retenção definida em contrato. Onde o dado é sensível, a arquitetura prevê o que nunca sai do seu ambiente.

E se o agente errar com meu cliente na frente?

É a pergunta certa, e é o motivo de existir a camada de verificação. Um crítico independente confere antes de a resposta sair, ações irreversíveis passam por uma pessoa, e existe um conjunto de casos medindo a taxa de erro a cada mudança. Quem não consegue responder isso com número está vendendo piloto.

Vocês atendem fora do turismo?

Sim. O turismo foi onde a casa nasceu, e é por isso que temos um sistema completo rodando nesse setor. A engenharia é a mesma para qualquer operação em que o processo é o diferencial da empresa — hoje já trabalhamos também em saúde.

Comece contando onde dói

A primeira conversa é sobre a sua operação, não sobre a nossa stack. Se o que você precisa já existe pronto no mercado, é exatamente o que vamos dizer.